Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

womanyzing

"What is done in love is done well " Vicent Van Gogh

womanyzing

"What is done in love is done well " Vicent Van Gogh

Qua | 04.10.17

Dia Mundial dos Animais!

womanyzing

Este dia é como o dia da mãe, do pai, ou da criança, deveria ser todos os dias, mas não pude deixar de o assinalar aqui no blogue.

Era muito bom para o mundo que as pessoas deixassem de ver os animais, como "animais/coisas" e começassem a vê-los como membros da família. Não se abandona uma criança para ir de férias (o pior é que se abandonam crianças por outros motivos que nem consigo descrever), não se maltratam os filhos (mais uma vez, sabe Deus como são tratadas certas crianças).

Isto de comparar animais a crianças pode parecer descabido para alguns, mas não são os animais seres que dependem também eles exclusivamente de nós? Não fomos nós que em algum momento das nossas vidas decidimos que seria "engraçado" ter um animal de estimação?

O problema é esse, ninguém assume a total responsabilidade de ter um animal, de cuidar e de lhe dar todo o amor e carinho que eles merecem. Não queiram animais para mostrar nas rede sociais como estão na moda, comprem antes uma Mickael Kors. Essa não precisa de atenção, vai à rua quando vocês quiserem e não precisa de amor ou comida, além disso podem fazer com ela, umas belas fotografias para alimentar o "social".

Tenho três animais, digo três porque um é da minha mãe, mas é igualmente meu. Personalidades completamente diferentes, mas todos têm um amor incondicional pelos donos.

Posso confessar que a Besty, que é a minha gata de 4 anos, possivelmente gosta mais das Wiskas que lhe dou, do que própriamente de mim, mas eu adoro-a na mesma. Personalidade de gato, mega independente, gosta de estar no espaço dela e ocupa o meu apenas quando quer. 

Quando digo que ocupa o meu espaço é literalmente o meu espaço, ela não se deita no meu colo, deita-se no meu ombro com aquele rabo cheio de pelo a pavonear-se pelo meu nariz.

O Schummy é o "meu cão da minha mãe", foi ele que nos escolheu, quando estava a ser entregue para adopção no meio de sete irmãos. Este cão de vinte e oito quilos tem um temperamento muito complicado.

Ele tem tanto amor para dar, que por vezes fica "atrapalhado" por não saber para quem se virar. É um cão grande que pensa ser pequeno, acha que cabe em todo o lado e não custa nada se estiver ao nosso colo.

Chegar a casa da minha mãe e não levar um belo abraço à moda do Schummy não é dia normal!

Finalmente a mais nova da família, a minha Niguinha. Ao contrário do Schummy, esta cadela que pesa seis quilos mas acha-se um verdadeiro São Bernardo, não teme nada a não ser ficar sozinha.

Tem uma dependência de gente à sua volta que não é normal, costumo dizer que tenho com ela a preocupação de uma mãe com um filho, porque tento sempre deixá-la com alguém (felizmente tem as avós). Acho que por ter sido criada desde pequena com a gata ganhou um pouco da sua personalidade, é extremamente meiga mas com a rebeldia de uma cachorra de um ano. Pensa que tem sete vidas como os gatos então é super destemida!

2.jpg

3.jpg

4.jpg

Narrativa.jpg

 

 

3 comentários

Comentar post